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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

Em versos alheios #95

«Por um lado, ter um inimigo é muito ruim. Perturba nossa paz mental e destrói algumas de nossas coisas boas. Mas, se vemos de outro ângulo, somente um inimigo nos dá a oportunidade de exercer a paciência. Ninguém mais do que ele nos concede a oportunidade para a tolerância. Já que não conhecemos a maioria dos cinco bilhões de seres humanos nesta terra, a maioria das pessoas também não nos dá oportunidade de mostrar tolerância ou paciência. Somente essas pessoas que nós conhecemos e que nos criam problemas é que realmente nos dão uma boa chance de praticar a tolerância e a paciência.»

                                                                                                                                                                                                                                                                              Dalai Lama

Crise de valores

Os últimos dias têm sido marcados por bárbaros acontecimentos que têm deixado a população incrédula com o rumo pelo qual a nossa sociedade parece estar a enveredar.

Falo de tudo: dos incêndios provocados por mão criminosa que destroem uma nação, deixando em cinzas o trabalho de anos e anos a fio; dos maridos que matam as suas esposas e, não raras vezes, se suicidam de seguida; de um homem que assassina e esconde o corpo de três mulheres, uma das quais grávida de um filho seu; dos jovens que se agridem brutalmente sem motivo que o justifique – porque nada justifica a incivilidade que nos tem vindo a ser retratada pela imprensa – e da forma como encaramos, passivamente, todas estas situações.

Pergunto-me muitas vezes o que é que está mal, o que é que se passa na cabeça das pessoas, em que é que este mundo se está a tornar, mas não encontro respostas válidas nem argumentos que me tranquilizem.

 

 

Em versos alheios #43

 «Ser feliz não é ter uma vida perfeita.

Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.

Usar as perdas para refinar a paciência.

Usar as falhas para esculpir a serenidade.

Usar a dor para lapidar o prazer.

Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.»

 

                                                August Cury

Os livros que devorei em 2015

Hoje, no último dia do ano, vou falar-vos um pouco das minhas leituras, dos meus hábitos e de como a leitura marcou e continua, dia após dia, a marcar tão positivamente a minha vida.

Este ano, infelizmente, não li um terço daquilo que gostaria de ter lido.

Foquei-me muito nos meus objetivos, em estudar para entrar na faculdade com uma boa média e, pelo que me parece, agora que aqui cheguei, concluo que estar na universidade nem sempre é sinónimo de ter a leitura em dia.

Confesso que ainda me sinto um bocadinho desorganizada sem saber como gerir o tempo e isso é, indubitavelmente, um grande problema e um grande obstáculo na gestão da minha vida, dos meus hobbys e das minhas obrigações.

 

Quando inicio um novo ano tenho por hábito estabelecer algumas “metas” ou, no fundo, escrever num papel alguns dos meus sonhos.

Geralmente, não me prendo muito a essa “lista”, vivo simplesmente a vida e deixo que as coisas aconteçam naturalmente.

Pelo que, de uma forma mais consciente, considero que essa "lista" é essencialmente o meu resumo do ano, aquilo que ainda me falta fazer, aquilo que quis e não fiz no ano anterior.

Um dos meus objetivos relaciona-se sempre com a leitura. Quero sempre ler, ler mais e ler melhor porque, para mim, isso é muito importante e penso que, inevitavelmente, o é para todos aqueles que gostam de se expressar através da escrita.

A leitura enriquece-nos de uma forma encantadora e molda a nossa personalidade. Torna-nos pessoas mais cultas, mais informadas e muito mais resolvidas.

E há uma variedade de estilos pelos quais se pode optar, desde os romances aos livros de culinária.

 

Uma das coisas que mais me deixa orgulhosa é o facto de ter gostado sempre de ler, desde muito pequena, e de ter sido sempre incentivada pelos meus pais.

Comecei a ler por vontade própria, por curiosidade e rapidamente me deixei envolver pelas palavras.

 

E, depois de tudo isto, vou então fazer jus ao título desta publicação e partilhar convosco o que li durante este ano.

 

 

 

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