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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

Ao Senhor Ruy de Carvalho

Vida!

Uma vida cheia para celebrar.

Conheço-o desde sempre e nunca tive a honra de poder estar verdadeiramente consigo, mas vem de família esta admiração e este respeito por si, Sr. Ruy de Carvalho.

O Senhor do teatro. O Senhor que deixa transparecer, para além de cada personagem, uma enorme bondade e um caminho feito de afetos. Uma jornada feita de amor.

 

 

Papel principal

Se queres mais um segundo, luta pelo teu último minuto. Os Homens são ambiciosos e o ócio entorpece-lhes as ansias. Caminham entre tábuas de madeira que range e os holofotes voltam-se para os seus semelhantes. Mas não há nada errado! A tua hora ainda não chegou. Veste-te depressa e pinta os lábios da cor da vitória. Dá passos largos em bicos de pé e vai para trás da cortina onde a fantasia se abre em quatro tempos bem contados.

Ao lado, a orquestra ensinar-te-á o ritmo com que se abranda o nervosismo do coração, o modo como se vive o momento, com que se sente o dia a esvoaçar.

E serás em passos largos a história faminta que todos descortinam sem certezas.

O burburinho da plateia, os risos histéricos que, não se contendo, se reprimem.

 

 

Vou contar-te uma história

Vou contar-te uma história.

Dizer-te que “era uma vez” uma menina igual a todas as outras que não viveu feliz para sempre.

Porque o “para sempre” é um mito e eu não quero que te iludas.

Vou contar-te uma história real sem príncipes encantados, sapatos perdidos ou superpoderes.

Vou contar-te a história de uma menina cuja vida também era feita de passos lentos na escuridão.

Porque o teu maior medo é o medo do escuro.

E vê-se tão bem quando apagas a luz para dormir…

O candeeiro apaga-se e eu vejo o desenrolar de uma fita cheia de sonhos e promessas. Vejo o paraíso e não, não to vou descrever porque um dia encontrarás o teu, depois de andares perdida pela estrada, depois de te sentires só no meio da multidão, após perceberes qual é o papel que desempenhas. Tu, o rosto da verdade e da transparência.

 

 

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