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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

Página 366

 

O último dia do ano.

Há sempre muito para dizer. Fazemos os balanços e traçamos novas metas. Olhámos para trás e queremos muito, nesse instante, olhar para a frente. Sabemos os momentos que nos marcaram, mas sabemos também onde queremos ir. E é essa ideia que nos move.

Maravilhoso pensar em tantos outros dias para poder fazer mais, para poder fazer diferente, para aprender, para crescer, para viver…

Este ano, não escrevi sobre o que li nem sobre as músicas que escutei, nem tão pouco sobre os momentos mais especiais de 2016. Não escrevi porque fui escrevendo essa mesma história ao longo do tempo, ao longo de todos estes dias, durante todo este ano, na minha pele.

Envelheceu-me, 2016. Trouxe-me outra bagagem, ensinou-me muito!

 

 

Em análise (1) - A Fórmula da Saudade

Bom dia!

Terminei, ontem, a leitura do livro A Fórmula da Saudade, escrito por Daniel Oliveira: apresentador, subdiretor de gestão e desenvolvimento de conteúdos da estação de Carnaxide e ainda diretor da SIC Caras.

 

Dessa forma decidi, tal como prometido, falar-vos um pouco do livro e dar-vos a conhecer a minha opinião sobre o mesmo.

Este é o segundo romance do autor, sendo que o primeiro se intitula de A Persistência da Memória.

Pelo que consegui averiguar, os livros têm um certo seguimento e A Fórmula da Saudade é, no fundo, a continuação do primeiro livro.

 

 

Capítulo 2015

Hoje decidi sentar-me, pegar no meu poema e ler meia-dúzia de versos.

Quis recordar as rimas que outrora escrevera: os vilancetes, os sonetos, as quadras, os sentimentos primaveris de uma vida toda…

Quis vasculhar e criticar, de novo, a falta de criatividade de cada rascunho, de cada rabisco atirado para fora de pé.

E foi bom!

Foi bom rir-me daquele erro ortográfico, daquela vírgula que tantas vezes separou o sujeito do predicado.

E desengane-se, desengane-se quem pensar que os poemas são meras utopias, rigorosamente estruturadas, com palavras que se procuram por entre o caos e o auge da maré alta, porque os poemas também são feitos de dias cinzentos, de palavras feias e ciclos viciosos.

Às vezes, dá vontade de apagar tudo e começar tudo de novo, sem que um dicionário ouse sequer aproximar-se dos papéis rasgados e oprimidos.

Mas há sempre aquele verso…

 

 

Última semana de 2015

 

Começou hoje aquela que é a última semana de 2015.

Balanços?

Sim, já comecei a fazê-los. A pensar no que correu bem e menos bem.

Nas minhas conquistas, nas minhas derrotas... Nas grandes mudanças da minha vida.

Cheguei à conclusão que este foi um ano "em grande"! Em todos os aspetos. 

Aconteceu muita coisa e tudo foi vivido intensamente.

Talvez por isso, nem acredito que esta já é a última segunda-feira do ano.

Passou tudo tão rápido, a um ritmo acelerado, assustador e maravilhoso.

Porque, afinal, o importante é perceber que vivemos estes 365 dias ao máximo, sem arrependimentos. E eu acho que, este ano, me superei nesse sentido.

Vivi, sorri, chorei, mas cresci muito. E é para isso que cá estamos: para crescer!

Em 2016 espero crescer muito mais e fazer muito mais. Nunca existem limites para a ambição e para a construção do nosso próprio eu.

Somos nós que colocamos barreiras na nossa vida. Da mesma forma que o fazemos, podemos também quebrar tudo o que nos atormenta. 

O caminho e as escolhas são nossas!

 

O resto, fica para o último dia do ano. Esse sim, merece uma "carta" de despedida e um agradecimento bem especial, do qual vocês fazem parte.

 

Aproveitem estes dias! Reflitam!

Ainda podem concretizar alguns dos sonhos que ficaram naquela listinha, já fisicamente perdida, mas intelectualmente sempre relembrada.

Ainda podem fazer deste ano, o ano!

 

Sejam felizes!

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