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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

Página 366

 

O último dia do ano.

Há sempre muito para dizer. Fazemos os balanços e traçamos novas metas. Olhámos para trás e queremos muito, nesse instante, olhar para a frente. Sabemos os momentos que nos marcaram, mas sabemos também onde queremos ir. E é essa ideia que nos move.

Maravilhoso pensar em tantos outros dias para poder fazer mais, para poder fazer diferente, para aprender, para crescer, para viver…

Este ano, não escrevi sobre o que li nem sobre as músicas que escutei, nem tão pouco sobre os momentos mais especiais de 2016. Não escrevi porque fui escrevendo essa mesma história ao longo do tempo, ao longo de todos estes dias, durante todo este ano, na minha pele.

Envelheceu-me, 2016. Trouxe-me outra bagagem, ensinou-me muito!

 

 

2016: A mudança só depende de nós!

Estamos, oficialmente, num novo ano: o ano de 2016!

Este ano quero fazer mais, quero fazer diferente e, a verdade é que, isso só depende de mim e da minha força de vontade. Sou eu a responsável pelo meu futuro, pelo meu caminho, pelas minhas escolhas.

Sou eu a autora deste livro de 366 páginas.

 

 

Capítulo 2015

Hoje decidi sentar-me, pegar no meu poema e ler meia-dúzia de versos.

Quis recordar as rimas que outrora escrevera: os vilancetes, os sonetos, as quadras, os sentimentos primaveris de uma vida toda…

Quis vasculhar e criticar, de novo, a falta de criatividade de cada rascunho, de cada rabisco atirado para fora de pé.

E foi bom!

Foi bom rir-me daquele erro ortográfico, daquela vírgula que tantas vezes separou o sujeito do predicado.

E desengane-se, desengane-se quem pensar que os poemas são meras utopias, rigorosamente estruturadas, com palavras que se procuram por entre o caos e o auge da maré alta, porque os poemas também são feitos de dias cinzentos, de palavras feias e ciclos viciosos.

Às vezes, dá vontade de apagar tudo e começar tudo de novo, sem que um dicionário ouse sequer aproximar-se dos papéis rasgados e oprimidos.

Mas há sempre aquele verso…

 

 

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