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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

Dia mundial da poesia

Dia especial! 

A analogia do poema da vida, dos versos de cada dia, do propósito que sigo.

Do que amo.

Do que sou.

 

Hoje, é um dia mais bonito, que lembra os poetas de outros tempos, a verdade das palavras, o amor de quem escreve, a paixão de quem lê.

Portugal é um país rico em versos,  melodias contemporâneas e esperanças tão românticas como o classicismo da sua profanação.

Poetas do mundo Além. Nação pequena para a sua genialidade.

 

Eu tento dizer o que maré silencia: os sentimentos. O sentido que se não tem. 

E cá vou, de remo em remo em busca do vocábulo mais assertivo do nó mais difícil de desemaranhar.

 

Ser poeta é ser labirinto, perder-se junto ao cais, enovelar-se para dentro, pensar mais do que se diz.

É ser o aroma que não perdura.

Perfume de um só momento.

Ser poeta é ser só. É ser apenas e não obstante.

Solstício de verão. Equinócio adjacente. 

 

Disse-o algumas vezes por aqui, embalada na corrente em que a alma embarca.

E, hoje, por ser o dia que é - arco-íris da sensibilidade, apogeu da emoção - partilho convosco o turbilhão que imprimi em cada palavra.

Palavras do coração como os filhos.

Rebentos em flor, fauna vista de longe.

A minha verdade, conquistada pelos sonhos.

A vida e a morte que lhe pertence.

 

E tanto que rabisquei nos últimos meses.

Doença. Paixão. Natureza. Amor. Desilusão.

Uma caneta e um papel e o resultado aqui, a abrir numa outra janela por onde o mar não se avista.

 

Os poemas d' O Meu Poema:

Tu és tu!

Tu és o que tu fazes!

És as energias que recebes e transformas. És o ponto de vista com o qual olhas para o teu mundo interior, refletido, a grande escala, no mundo exterior que te envolve.

És o sorriso que pela manhã diz “Bom dia!”. És aquele que segura a porta e cede passagem, mesmo que estejas atrasado e ansioso por correr pelas escadas até ao destino final.

Tu és a música que ouves, as melodias que trauteias, com a voz amadora de um profissional dos sentimentos.

 

 

Hoje é feliz!

As pedras rolavam ao sabor do vento, junto com o mesmo ruído das persianas mal fechadas.

Uma ligeira brisa percorria o vão desta pequena janela perra e obstinada.

O céu, inicialmente encoberto, abria-se num esplendor raro, numa dádiva de luz genuína, quente, esbaforida e reconfortante.

Lá em baixo, passados três andares e os seus múltiplos segredos, a vida de quem arranca a toda a velocidade. Os cães livres na sua trela, o pão quente a fazer crescer água na boca, o frio bom que envermelhece as extremidades mais suscetíveis mas que, prontamente o sol faz olvidar.

Os aromas iam e voltavam como o ciclo deste caminho em bumerangue.

 

 

Em análise (1) - A Fórmula da Saudade

Bom dia!

Terminei, ontem, a leitura do livro A Fórmula da Saudade, escrito por Daniel Oliveira: apresentador, subdiretor de gestão e desenvolvimento de conteúdos da estação de Carnaxide e ainda diretor da SIC Caras.

 

Dessa forma decidi, tal como prometido, falar-vos um pouco do livro e dar-vos a conhecer a minha opinião sobre o mesmo.

Este é o segundo romance do autor, sendo que o primeiro se intitula de A Persistência da Memória.

Pelo que consegui averiguar, os livros têm um certo seguimento e A Fórmula da Saudade é, no fundo, a continuação do primeiro livro.

 

 

Tantas vezes

Sem fundamento transformo-me no pior que posso ser.

Mudo a expressão, sinto os sentimentos a rebobinar, a mágoa a crescer, o incontrolável a sobressair e uma tristeza profunda a colaborar com este estado crítico.

Dor, saudade, vazio.

Tantas vezes me repito e me maldigo. Tantas vezes chego a casa, de rastos: joelhos esfolados, alma vã, coração adormecido.

Visto o pijama a correr, deito-me, cubro-me e fecho os olhos. Enrolo-me, diminuo o tamanho desta vida, por si só vestigial, e choro desalmadamente num abafo breve, egoísta, assolador.

Choro por saber que amanhã é mais um dia.

 

 

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