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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

Ao Senhor Ruy de Carvalho

Vida!

Uma vida cheia para celebrar.

Conheço-o desde sempre e nunca tive a honra de poder estar verdadeiramente consigo, mas vem de família esta admiração e este respeito por si, Sr. Ruy de Carvalho.

O Senhor do teatro. O Senhor que deixa transparecer, para além de cada personagem, uma enorme bondade e um caminho feito de afetos. Uma jornada feita de amor.

 

 

Amálgama

 

     Extrato de chá verde impregnado na pele. Um carmesim desconcertante a figurar pelos dedos. Camisa em pendant com as calças de pinças azul comassie e o preenchimento das sobrancelhas outrora em desalinho.

    Custa ser-se assim tão impecável! Emprestar umas ondulações ao cabelo crespo, uns iluminadores à habitual pele esbatida, um brilho discreto ao cieiro do inverno.

     Custa escolher os tons, não confundir os padrões nem abusar da sensualidade ou do desarrumo propositado.

Mas o que custa igualmente é parecer que tudo aquilo é natural: o passo firme que ecoa pela rua, o som dos impetuosos quinze centímetros de altivez que se reproduz intermitentemente, a confiança de um desprezo ao piropo mal fingido, o queixo levantado de olhos postos no embaraço.

 

Crise de valores

Os últimos dias têm sido marcados por bárbaros acontecimentos que têm deixado a população incrédula com o rumo pelo qual a nossa sociedade parece estar a enveredar.

Falo de tudo: dos incêndios provocados por mão criminosa que destroem uma nação, deixando em cinzas o trabalho de anos e anos a fio; dos maridos que matam as suas esposas e, não raras vezes, se suicidam de seguida; de um homem que assassina e esconde o corpo de três mulheres, uma das quais grávida de um filho seu; dos jovens que se agridem brutalmente sem motivo que o justifique – porque nada justifica a incivilidade que nos tem vindo a ser retratada pela imprensa – e da forma como encaramos, passivamente, todas estas situações.

Pergunto-me muitas vezes o que é que está mal, o que é que se passa na cabeça das pessoas, em que é que este mundo se está a tornar, mas não encontro respostas válidas nem argumentos que me tranquilizem.

 

 

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