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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

Reivindicar o Amor

Para muitos, a época mais especial do ano aproxima-se. Para outros, não existe sequer esperança no dia seguinte.

É assim que o mundo é. É assim que a vida se comporta.

Uns são ricos, outros são pobres. Uns têm saúde, outros lutam por ela.

Uns têm família, outros têm-se a si mesmos. Uns têm sorte, outros menos juízo.

Existem ainda aqueles que, aos nossos olhos, têm tudo o que é preciso para se sentirem felizes, mas, ao invés disso, se sentem vazios. As suas vozes não se ouvem durante a consoada, os presentes desinteressam-se pelos embrulhos, a chama vai cessando e o fumo surgindo em pequenas névoas de esquecimento.

A lareira vai-se apagando…

 

Este ano o Natal vai ficar pelo caminho para muitas pessoas.

Sim, infelizmente, é verdade.

Muitas crianças não vão ter presentes porque lhes falta, entre outras coisas, alimento: o que nutre o corpo e o que acalenta a alma.

 

 

Desafio de Natal

Olá, queridos leitores!

Há muito tempo que não respondo aos desafios que me propõe mas, hoje, decidi, finalmente, fazê-lo e agradeço imenso por se lembrarem de mim.

Gostei muito deste desafio e identifiquei-me com ele porque a verdade é que adoro o Natal e gostaria de ter escrito mais acerca desta época tão especial, queria ter feito algo diferente, mas, até agora, infelizmente, ainda não surgiu a oportunidade para que tal acontecesse.

Desta forma, este desafio veio "mesmo a calhar" e é o início de alguns posts "mais pessoais" que estão para breve!
Espero que gostem!

 

Natal com frio ou com calor?

Com frio.

Aquele frio que nos leva a todos até à lareira, onde nos juntamos e aquecemos, não só o corpo, mas também a alma e o coração, com as nossas conversas e com as lembranças e reflexões de todo um ano que se passou.

Aquele frio que deixa a pontinha do nariz vermelha.

 

O Natal deve ser uma época de sentimentos, emoções, amor e harmonia familiar, mas é também indissociável da palavra "presentes". Qual o melhor e o pior presente recebidos até hoje?

Sinceramente, todos os presentes que recebi foram bons, na medida em que, todos eles foram dados com carinho e com muito amor e, quando é assim, é impossível não gostar.

No ano passado, contudo, lembro-me de ter recebido dois dos presentes que talvez mais gostei, agora que tenho outra maturidade e outra visão sobre o mundo e o que realmente é importante.
Gostei deles essencialmente pela surpresa que me causaram, pelas pessoas que mos ofereceram e pelo significado que têm na minha vida.

Gosto, acima de tudo, de ser surpreendida e sigo o lema de que fazemos a diferença com pequenos gestos, pelo que, sinceramente, para mim, os melhores presentes não são, necessariamente, os mais caros, mas sim, os que são feitos e dados com o coração, aqueles que demonstram que aquela pessoa pensou em nós!

 

Jantar de Natal - Bacalhau, Perú ou outro?

Bacalhau, sempre bacalhau! Aliás, é na consoada que o bacalhau e as batatas cozidas me sabem realmente bem! 

 

Lareira ou aquecedor?

Lareira. A lareira da casa do avô, o aconchego, a realidade, o que é natural...

 

O filme de Natal?

Geralmente, no Natal não costumamos ver muitos filmes, ficamos mais à conversa, enquanto a televisão é apenas o barulho de fundo.

Jogámos às cartas, ao dominó e aos jogos tradicionais (com o rapa e as avelãs e em tempos o famoso “par ou pernão” e até o Monopólio).

Apesar disso, o filme típico e que continua a fazer rir às gargalhadas é, como não poderia deixar de ser, o Sozinho em Casa!

 

Bolo Rei ou Bolo Rainha?

Bolo Rei é a tradição na minha família, apesar de não ser o doce que mais aprecio.

Prefiro umas rabanadas, uns sonhos, filhós, pão-de-Ló, cavacas e todos os outros doces que, juntos, fazemos no dia 24 de dezembro.

Ainda assim, este ano, comecei os preparativos mais cedo e já comi Bolo Rei e Bolo Rainha (eh!eh!eh!) e preferi o Bolo Rainha porque tem mais frutos secos e um “molho” delicioso. E como eu não gosto nada de fruta cristalizada, prefiro sem dúvida o Bolo Rainha, porque, pelo contrário, sou apaixonada por frutos secos!
Pode ser, que este ano a Rainha vença o Rei na mesa da consoada!

 

O melhor do Natal?

Tudo!

O Natal é a melhor época do ano! Somos todos mais solidários, junta-se a família toda, partilham se histórias, matam-se saudades, damos e recebemos muitos sorrisos e muito amor…
É uma magia transcendente!!

A euforia dos mais pequenos a abrir os presentes, o entusiasmo na preparação da consoada, na compra dos presentes. As músicas de Natal que se ouvem por todo o lado, as ruas iluminadas, as casas iluminadas, os brindes, a lareira, o brilhozinho no olhar!
Não existe “O melhor do Natal” porque o Natal é o melhor!

 

Nomeio então...

Os autores dos blogs: Gesto, olhar e sorrisoO meu maior sonhoGirl about townO fumo do meu cigarroJust smile e o Escritor mascarado.

 

Deixo ainda um agradecimento especial à minha querida Camellia pela nomeação e pelo carinho! Não se esqueçam de visitar o blog dela que é lindo e inspirador!

Sintam-se à vontade para responder a este desafio e para, caso queiram, partilharem comigo, nos comentários, as vossas tradições e a forma como passam o Natal. Gostava muito de saber como vivem a magia desta época!!

Beijinhos 

O amor venceu...

 

 

Hoje, Portugal deu um passo em frente pela igualdade.

Hoje, Portugal deu um passo em frente pelo amor.

Um amor que não discrimina nem desrespeita.

Um amor que é feliz, genuíno e essencial para o crescimento e educação de uma criança.

Um amor ao qual todos temos direito. Um amor que todos nós precisamos.

Um amor que nao deve ser privado de ninguém somente porque a fonte desse amor não é exatamente igual a nós e ao que consideramos normal. 

 

Não somos, nem nunca fomos, ninguém para limitar a felicidade dos outros, para condenar a forma de estar na vida de quem apenas quer viver e ser feliz à sua maneira, em paz.

 

Numa infância perdida...

 

Lembro-me  de construir castelos na areia, lembro-me de apanhar todas as conchas que o mar devolvia, na brisa da manhã, ao areal.

Sempre apanhei as conchas todas, sempre as guardei, religiosamente, naquele balde de toda a vida, onde se encontra o cheiro do mar, o brilho do céu.

Acreditava tanto que lá estariam todos os meus sonhos, que ainda acredito!

Acredito nos sonhos que deixei naquela areia fina, das pegadas que marquei naquele pedaço de esperança esfarelado. 

 

 

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