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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

Pouco meu

Às vezes olho para mim de lado.

Como um estranho que julga conhecer o turbilhão de pensamentos que em passos largos se dissolvem por entre rotinas cruzadas e transeuntes incomuns.

Às vezes até sinto que o que sou é pouco meu. Porque me é estranha aquela sensação de estranheza.

E julgo, perante os dedos que se tocam, ser pouco mais do que uma defesa contra cada fragmento estilhaçado na penumbra.

Pedaços de sonho hipotéticos. Utopias de banda larga.

Estou tão fora como dentro, desmembrada da fisiologia sem querer ir nem querer voltar.

E somam-se os dias: um valor absoluto e pesado do que perdi por não saber o que querer ganhar.

Tanta vida no Inverno. Tantas ondas e um mar inerte.

Como eu. Sem condições ou metafísica. Sem futuro nem presente.

Um eu doente. Da alma. Do soro que escorre ignominiosamente.

Autoimune na resposta. Em desalinho. Pelo cansaço escrito em prosa e a vida entoada em hino.

Origem

Escrevo-te em livro aberto.

Lombada espessa e um marcador vermelho de seda a pender sobre as folhas amareladas.

Pelo meio, vocábulos que se unem num poema esfarelado. Esquecimentos dispersos em cronologias sem ordem prestigiada, fragmentos soltos de um eu alpinista de luvas e gorro, de óculos e certezas sombrios.

Falta-me a memória.

Deixei as conexões rastejarem aos pés da norma e vim escrever sem pena ou tinta indelével. Sem passado.

Vim para o cimo da montanha respirar o mesmo ar de quem olha somente para baixo. Vim ver como escalei em ziguezague uma vida que se queria reta e previsível.

E vi. Vi como continuo lá em baixo à espera de uma corda que me ate e me puxe para trilhos autênticos, para os rochedos cobertos pela humidade dos musgos frescos, para as pequenas cascatas dos entremeios que saciam a genuinidade dos verdadeiros seres mais primitivos.

 

 

Em versos alheios #63

«Se você tiver que chorar, chore como as crianças.

Você já foi criança um dia, e uma das primeiras coisas que aprendeu em sua vida foi chorar; porque faz parte da vida. Jamais esqueça que você é livre, e que demonstrar emoções não é vergonha.»

 

                                                                                                       Paulo Coelho

Em versos alheios #62

«Não se limite a ver a vida como ela é, imponha a sua opinião.

Avance, como um navio pelas águas do tempo com passo imperturbável,transforme-se num atormentado espírito de contradição que sabe como o mundo devia ser, mas que não pode fazer nada para mudá-lo.»

 

                                                                                                                  Dr. House

Em versos alheios #61

«Faz a tua história, acredita nela, tem fé e coragem para fazer dos teus sonhos a realidade, busca o próximo, pois os sonhos e as histórias precisam de uma eternidade de seres para as deixarmos reais.»

 

                                                                                                  Alexandre Guiso

Em versos alheios #36

 

«Cada dia é o dia do julgamento, e nós, com nossos atos e nossas palavras, com nosso silêncio e nossa voz, vamos escrevendo continuamente o livro da vida.

A luz veio ao mundo e cada um de nós deve decidir se quer caminhar na luz do altruísmo construtivo ou nas trevas do egoísmo.

Portanto, a mais urgente pergunta a ser feita nesta vida é: "O que fiz hoje pelos outros?"»

 

                                                                            Martin Luther King

Em versos alheios #35

«A maior aventura de um ser humano é viajar,

E a maior viagem que alguém pode empreender
É para dentro de si mesmo.
E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro,
Pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros,
Mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas
E descobrir o que as palavras não disseram...»

 

                                  August Cury

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