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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

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Em versos alheios #94

«Devemos aprender a despertar e a manter-nos despertos, não por meios mecânicos, mas por uma expectativa infinita da madrugada, o que não nos abandonará mesmo no nosso sono mais profundo. Não sei de nenhum facto mais encorajador do que a habilidade inquestionável do homem para elevar a sua vida por um esforço consciente.

É algo para ser capaz de pintar um quadro especial, ou esculpir uma estátua, e assim fazer alguns objetos bonitos, mas é muito mais glorioso esculpir e pintar a própria atmosfera e o meio através do qual olhamos.»

 

                                                                                                          Henry David Thoreau

Em versos alheios #54

«Lembre-se de que você mesmo é o melhor secretário de sua tarefa, o mais eficiente propagandista de seus ideais, a mais clara demonstração de seus princípios, o mais alto padrão do ensino superior que seu espírito abraça e a mensagem viva das elevadas noções que você transmite aos outros. Não se esqueça, igualmente, de que o maior inimigo de suas realizações mais nobres, a completa ou incompleta negação do idealismo sublime que você apregoa, a nota discordante da sinfonia do bem que pretende executar, o arquiteto de suas aflições e o destruidor de suas oportunidades de elevação - é você mesmo.»

 

                                                                                                   Chico Xavier

Em versos alheios #47

 

 

«Quando já não havia outra tinta no mundo o poeta usou do seu próprio sangue.
Não dispondo de papel, ele escreveu no próprio corpo.
Assim, nasceu a voz, o rio em si mesmo ancorado.
Como o sangue: sem voz nem nascente.»

 

                                          Mia Couto

«Quero voltar para os braços da minha mãe»

 

A regularidade que não quero perder perde-se na semana que muda tudo. 

Já não sei se sou quem era, se a vida me mudou, se os objetivos mudaram, se rio ou choro.

Já não sei se é a saudade ou a nostalgia ou uma mistura destas duas porcelanas de revenda.

Vivi tudo com pressa e sem pressa, com vontade de continuar e de voltar. Vivi tudo sem saber o lugar certo para o fazer, sem saber como voar com as asas que me emprestaram, até porque, nunca soube voar, nunca quis voar!

E agora é isso que me resta, caminhar pelo meu próprio pé, viver uma vida sem sentido, sem desistir, contudo, de o procurar.

Pode estar mesmo ali, em frente à escuridão que a luz me parece. Pode estar longe, pode estar perto. Pode até não estar.

E se não estiver?

 

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