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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

Página 366

 

O último dia do ano.

Há sempre muito para dizer. Fazemos os balanços e traçamos novas metas. Olhámos para trás e queremos muito, nesse instante, olhar para a frente. Sabemos os momentos que nos marcaram, mas sabemos também onde queremos ir. E é essa ideia que nos move.

Maravilhoso pensar em tantos outros dias para poder fazer mais, para poder fazer diferente, para aprender, para crescer, para viver…

Este ano, não escrevi sobre o que li nem sobre as músicas que escutei, nem tão pouco sobre os momentos mais especiais de 2016. Não escrevi porque fui escrevendo essa mesma história ao longo do tempo, ao longo de todos estes dias, durante todo este ano, na minha pele.

Envelheceu-me, 2016. Trouxe-me outra bagagem, ensinou-me muito!

 

 

2016: O ceifador de arte

2016 tem sido um ano devastador para o mundo artístico.

Na música, a minha arte mais querida, a ceifa parece nunca mais ter fim.

As grandes lendas vão, aos poucos, deixando-nos para trás. E foram muitas este ano. Muitas e indescritivelmente grandes...

Acredito que lá em cima se estará a trabalhar no melhor álbum de todos os tempos e que talvez só outras divindades o mereçam de facto ouvir.

David Bowie, Prince, Leonard Cohen e agora George Michael. Estes e tantos outros nomes que ao longo deste ano deixaram o mundo, com certeza, mais pobre. Mas que, no entanto, serão para sempre, neste mesmo mundo, imortais e merecedores de todas as homenagens.

Obrigada!!

Obrigada por me fazerem sentir tantas coisas e por me transmitirem tantas mensagens.

Obrigada por fazerem música!

 

2016: A mudança só depende de nós!

Estamos, oficialmente, num novo ano: o ano de 2016!

Este ano quero fazer mais, quero fazer diferente e, a verdade é que, isso só depende de mim e da minha força de vontade. Sou eu a responsável pelo meu futuro, pelo meu caminho, pelas minhas escolhas.

Sou eu a autora deste livro de 366 páginas.

 

 

Capítulo 2015

Hoje decidi sentar-me, pegar no meu poema e ler meia-dúzia de versos.

Quis recordar as rimas que outrora escrevera: os vilancetes, os sonetos, as quadras, os sentimentos primaveris de uma vida toda…

Quis vasculhar e criticar, de novo, a falta de criatividade de cada rascunho, de cada rabisco atirado para fora de pé.

E foi bom!

Foi bom rir-me daquele erro ortográfico, daquela vírgula que tantas vezes separou o sujeito do predicado.

E desengane-se, desengane-se quem pensar que os poemas são meras utopias, rigorosamente estruturadas, com palavras que se procuram por entre o caos e o auge da maré alta, porque os poemas também são feitos de dias cinzentos, de palavras feias e ciclos viciosos.

Às vezes, dá vontade de apagar tudo e começar tudo de novo, sem que um dicionário ouse sequer aproximar-se dos papéis rasgados e oprimidos.

Mas há sempre aquele verso…

 

 

Em versos alheios #19

«Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.»

 

                                                        Fernando Teixeira de Andrade                                                                      

Última semana de 2015

 

Começou hoje aquela que é a última semana de 2015.

Balanços?

Sim, já comecei a fazê-los. A pensar no que correu bem e menos bem.

Nas minhas conquistas, nas minhas derrotas... Nas grandes mudanças da minha vida.

Cheguei à conclusão que este foi um ano "em grande"! Em todos os aspetos. 

Aconteceu muita coisa e tudo foi vivido intensamente.

Talvez por isso, nem acredito que esta já é a última segunda-feira do ano.

Passou tudo tão rápido, a um ritmo acelerado, assustador e maravilhoso.

Porque, afinal, o importante é perceber que vivemos estes 365 dias ao máximo, sem arrependimentos. E eu acho que, este ano, me superei nesse sentido.

Vivi, sorri, chorei, mas cresci muito. E é para isso que cá estamos: para crescer!

Em 2016 espero crescer muito mais e fazer muito mais. Nunca existem limites para a ambição e para a construção do nosso próprio eu.

Somos nós que colocamos barreiras na nossa vida. Da mesma forma que o fazemos, podemos também quebrar tudo o que nos atormenta. 

O caminho e as escolhas são nossas!

 

O resto, fica para o último dia do ano. Esse sim, merece uma "carta" de despedida e um agradecimento bem especial, do qual vocês fazem parte.

 

Aproveitem estes dias! Reflitam!

Ainda podem concretizar alguns dos sonhos que ficaram naquela listinha, já fisicamente perdida, mas intelectualmente sempre relembrada.

Ainda podem fazer deste ano, o ano!

 

Sejam felizes!

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