Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

Pouco meu

Às vezes olho para mim de lado.

Como um estranho que julga conhecer o turbilhão de pensamentos que em passos largos se dissolvem por entre rotinas cruzadas e transeuntes incomuns.

Às vezes até sinto que o que sou é pouco meu. Porque me é estranha aquela sensação de estranheza.

E julgo, perante os dedos que se tocam, ser pouco mais do que uma defesa contra cada fragmento estilhaçado na penumbra.

Pedaços de sonho hipotéticos. Utopias de banda larga.

Estou tão fora como dentro, desmembrada da fisiologia sem querer ir nem querer voltar.

E somam-se os dias: um valor absoluto e pesado do que perdi por não saber o que querer ganhar.

Tanta vida no Inverno. Tantas ondas e um mar inerte.

Como eu. Sem condições ou metafísica. Sem futuro nem presente.

Um eu doente. Da alma. Do soro que escorre ignominiosamente.

Autoimune na resposta. Em desalinho. Pelo cansaço escrito em prosa e a vida entoada em hino.

2 comentários

Comentar post

Mais sobre mim

Seguir perfil

A ler:

Calendário

Março 2017

D S T Q Q S S
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D