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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

Já posso votar, mas... E agora?!

Desde sempre que considero o ato eleitoral extremamente importante para o desenvolvimento de uma sociedade, pelo que, embora compreenda as razões da abstenção, discordo da mesma. Considero que essa não é melhor forma de nos manifestarmos e de mostrarmos a nossa revolta, até porque, sabemos que alguém, de todas as opções apresentadas, será, efetivamente, o nosso principal representante. E, por isso, devemos eleger a pessoa em quem mais confiamos, a pessoa com melhores perspetivas, a pessoa mais consciente daquilo que é governar e conduzir um país. 

Afinal, somos nós que escolhemos os nossos representantes, aqueles em quem confiamos independentemente de todas as ideologias políticas e de quaisquer cores partidárias.

O voto deve ser um ato informado e não algo leviano, porque eleger um primeiro-ministro e dezenas de deputados não se pode relativizar. Não, não é apenas uma cruz que ali está. É o rumo do nosso país e o nosso futuro que se coloca ali, naquele momento, em causa.

 

É possível que não existam pessoas à altura. É possível que sejam todos iguais e que todos, de uma forma mais habilidosaa do que outros, trabalhem para o seu próprio benefício e não para o benefício de um país inteiro.

 

Mas nós precisamos de alguém que se preocupe, alguém que dê a cara por uma causa, alguém que seja patriota e que lute, humildemente, pela nossa dignidade.

É disso que precisamos essencialmente. Precisamos de DIGNIDADE, tudo isso inclui o resto, todos os problemas.

Chega de campanhas eleitorais, de ataques uns para com os outros. As pessoas são cada vez mais informadas e precisam de que alguém aja. 

Não é de interesse público qualquer ataque entre representantes partidários. Nós precisamos de resultados! Precisamos de estabilidade.

 

Eu não encontro essa estabilidade atualmente.

Portanto, o que faço eu?!

O que será mais correto, uma jovem de 18 anos fazer agora?

Quero votar, quero exercer o meu direito de uma forma consciente. Mas não sei o que fazer quando vejo que as picardias ainda são mais importantes para os políticos do que o bem-estar e o futuro dos portugueses.

 

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