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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

De 12 em 12 horas

 

 

Três horas da manhã e nada.

São voltas e voltas em vão.

Viro-me para um lado, suspiro pelo outro e não há forma de calar o que em mim acorda e não adormece. Bebi toda a água permitida para um momento e deitei-me de novo, na esperança de ter afogado os sobressaltos. Pedi, vezes sem conta, que a manhã chegasse mais cedo do que o costume e bamboleei de novo entre as preces de um adormecimento tardio e gradual. Entre lençóis frios, mortos de saudade.

 

Por fim, a manhã. Mais uma oportunidade para vencer a persistência de uma saudade inflamável e pontiaguda.

A cada dia, um laivo de esperança!

Não há batalhas vencidas ou perdidas, há batalhas disputadas!

Cada uma é um combate, uma prova de que viver é mais do que sobreviver. É vingar, é descobrir!

Às vezes, demoro a aprender que as derrotas também nos ensinam e nos tornam vencedores. Lamento-me, isolo-me.

E continuo estendida sobre a mesma inquietude de uma almofada molhada, sorrindo de 12 em 12 horas. No dia seguinte, há mais uma oportunidade para ser.

E apenas serei quando amar a noite como amo o dia!

 

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