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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

Amar é coisa de loucos, perder coisa nenhuma

 

Senta-te aqui, ao lado desta dúvida permanente.

Senta-te aqui, perto de um ponto final, à beirinha do fim que não houve.

Senta-te aqui e escreve nesta pedra que amar é coisa de loucos e perder coisa nenhuma.

Anda, não arrastes os pés nesse castigo.

Anda, senta-te aqui, sonha comigo.

 

Aproxima-te mais deste corpo inerte. Não deixes entre nós espaço vago.

Aproxima-te, cruza as pernas e entrelaça-me nesses braços de alfazema.

 

Aproxima-te, diz que amar é coisa de loucos e perder coisa nenhuma.

Fica, encosta-te à árvore centenária.

Fica, luta comigo contra esta incerteza diária.

 

Quero uma luta coletiva.

Uma conquista mundial.

Quero ter a perspetiva da vitória imaterial.

Senta-te à beira do corpo que se afoga.

Aproxima-te da mente que a primavera renova.

Anda, salta comigo neste trampolim.

E fica, fica por ti e não por mim.

 

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