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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

A matemática das sensações

Levanta a indeterminação que é a tua vida!

Não esperes mais tempo.

O tempo tem limites, limites limitados, vidas condicionadas, sorrisos perturbados, lágrimas salgadas.

É uma abcissa positiva que engana o vetor deste sonho maleável.

Não substituas em ti aquilo que não és, há indeterminações determinantes numa vida tão só e tão completa.

Bem sabes, não precisas de fingir a solidão desses olhos revoltados, porque eu estou aqui. Eu estou aqui e sei bem, melhor do que me sei a mim, que estou aí. Aí também...

 

A toda hora, a todo o tempo.

Diz-me, então, com quem falas quando o sol se põe?

Diz-me quem te acompanha em noites de lua cheia?

Ah… Não digas. Não tens coragem, receio bem.

E para mim só me interessa saber que tu sabes.

Tu sabes!!

Tu sabes que até na subtração somos o infinito.

Quão legitimo é este laço que me sufoca? Quão libertador é sentir este aperto, todos os dias?

Está na hora de me recompensares. Está na hora de mudares de variável quando essa tua incógnita interior decidir tender para alguém que não eu. Revolta-te, subtrai-te, chora, mas, por favor, multiplica o que de notável há em nós.

E lembra-te que é da álgebra que nasce a nossa afinidade.

E não te esqueças que é da tua vontade que se fazem os números complexos.

Acredita naquilo em que eu não acreditaria. Porque é bom estudar-te, todos os dias, representando entre nós planos paralelos.

É bom deixar-me levar pelo cansaço dessa persistência obsessiva e tão pouco empenhada.

Afinal, a perpendicularidade da vida é a verdadeira interseção entre retas.

E há de haver um ponto em que a nossa mentira se cruze, em que a nossa calculadora se desmonte, em que sejamos apenas pares, crescentes, em busca da extrema felicidade.

 

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