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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

Em versos alheios #59

«Passou a diligência pela estrada, e foi-se; 

E a estrada não ficou mais bela, nem sequer mais feia.
Assim é a ação humana pelo mundo fora.
Nada tiramos e nada pomos; passamos e esquecemos;
E o sol é sempre pontual todos os dias.»

 

                                               Alberto Caeiro

Em análise (1) - A Fórmula da Saudade

Bom dia!

Terminei, ontem, a leitura do livro A Fórmula da Saudade, escrito por Daniel Oliveira: apresentador, subdiretor de gestão e desenvolvimento de conteúdos da estação de Carnaxide e ainda diretor da SIC Caras.

 

Dessa forma decidi, tal como prometido, falar-vos um pouco do livro e dar-vos a conhecer a minha opinião sobre o mesmo.

Este é o segundo romance do autor, sendo que o primeiro se intitula de A Persistência da Memória.

Pelo que consegui averiguar, os livros têm um certo seguimento e A Fórmula da Saudade é, no fundo, a continuação do primeiro livro.

 

 

Em versos alheios #58

«Costumo dizer que quando estamos muito tristes, com a alma triste até a morte, é como se estivéssemos atravessando um desfiladeiro numa corda bamba.

O que tem embaixo é um Abismo, e o que está acima é o Céu.

Se você olhar pra baixo, você verá o Abismo.

 

Em versos alheios #57

«É melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar.

É melhor tentar, ainda que em vão que sentar-se, fazendo nada até o final.
Eu prefiro na chuva caminhar, que em dias frios em casa me esconder.
Prefiro ser feliz embora louco, que em conformidade viver»

 

                                                          Martin Luther King

À procura de ti

Salgado como mar, quente como a terra

Uma lufada de ar, um amor perdido na guerra

Escaldante como o céu, reprimida como eu

Uma vida com pressa rara, um caminho que não para

 

Sinto tudo à volta:

Espadas, capacetes, itinerários, sangue e bilhetes

De despedida, de saudade, de vida partida

Em busca da outra metade

 

Lágrimas cruas, nuas, suas e tão minhas

Um querer mais da vida em subtil descrença

Mais do que um beijo à saída

 

 

Em versos alheios #56

«No azul profundo as estrelas eram cintilantemente esverdeadas, amarelas, brancas, cor-de-rosa, de um brilhante mais vítreo do que em casa – mesmo em Paris: chame-se-lhes opalas, esmeraldas, lapis lazuli, rubis, safiras. Certas estrelas são amarelo-limão, outras têm um rubor rosa, ou um verde ou azul ou um brilho que não se esquece. E sem querer alargar-me neste assunto torna-se suficientemente claro que colocar pequenos pontos brancos numa superfície azul-preta não basta.»

 

                                                               Vicent van Gog

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