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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

Haverá melhor forma de acabar o ano?

Haverá melhor forma de terminar o ano, enquanto blogger, do que receber um destaque por parte da equipa SAPO blogs?

Não, de certeza que não!

Obrigada pelo destaque e pela visibilidade que, tão generosamente, possibilitam diariamente a quem escolhe esta plataforma para partilhar com os outros um bocadinho de si.

Estou muito feliz! 

Capítulo 2015

Hoje decidi sentar-me, pegar no meu poema e ler meia-dúzia de versos.

Quis recordar as rimas que outrora escrevera: os vilancetes, os sonetos, as quadras, os sentimentos primaveris de uma vida toda…

Quis vasculhar e criticar, de novo, a falta de criatividade de cada rascunho, de cada rabisco atirado para fora de pé.

E foi bom!

Foi bom rir-me daquele erro ortográfico, daquela vírgula que tantas vezes separou o sujeito do predicado.

E desengane-se, desengane-se quem pensar que os poemas são meras utopias, rigorosamente estruturadas, com palavras que se procuram por entre o caos e o auge da maré alta, porque os poemas também são feitos de dias cinzentos, de palavras feias e ciclos viciosos.

Às vezes, dá vontade de apagar tudo e começar tudo de novo, sem que um dicionário ouse sequer aproximar-se dos papéis rasgados e oprimidos.

Mas há sempre aquele verso…

 

 

Os livros que devorei em 2015

Hoje, no último dia do ano, vou falar-vos um pouco das minhas leituras, dos meus hábitos e de como a leitura marcou e continua, dia após dia, a marcar tão positivamente a minha vida.

Este ano, infelizmente, não li um terço daquilo que gostaria de ter lido.

Foquei-me muito nos meus objetivos, em estudar para entrar na faculdade com uma boa média e, pelo que me parece, agora que aqui cheguei, concluo que estar na universidade nem sempre é sinónimo de ter a leitura em dia.

Confesso que ainda me sinto um bocadinho desorganizada sem saber como gerir o tempo e isso é, indubitavelmente, um grande problema e um grande obstáculo na gestão da minha vida, dos meus hobbys e das minhas obrigações.

 

Quando inicio um novo ano tenho por hábito estabelecer algumas “metas” ou, no fundo, escrever num papel alguns dos meus sonhos.

Geralmente, não me prendo muito a essa “lista”, vivo simplesmente a vida e deixo que as coisas aconteçam naturalmente.

Pelo que, de uma forma mais consciente, considero que essa "lista" é essencialmente o meu resumo do ano, aquilo que ainda me falta fazer, aquilo que quis e não fiz no ano anterior.

Um dos meus objetivos relaciona-se sempre com a leitura. Quero sempre ler, ler mais e ler melhor porque, para mim, isso é muito importante e penso que, inevitavelmente, o é para todos aqueles que gostam de se expressar através da escrita.

A leitura enriquece-nos de uma forma encantadora e molda a nossa personalidade. Torna-nos pessoas mais cultas, mais informadas e muito mais resolvidas.

E há uma variedade de estilos pelos quais se pode optar, desde os romances aos livros de culinária.

 

Uma das coisas que mais me deixa orgulhosa é o facto de ter gostado sempre de ler, desde muito pequena, e de ter sido sempre incentivada pelos meus pais.

Comecei a ler por vontade própria, por curiosidade e rapidamente me deixei envolver pelas palavras.

 

E, depois de tudo isto, vou então fazer jus ao título desta publicação e partilhar convosco o que li durante este ano.

 

 

 

Em versos alheios #19

«Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.»

 

                                                        Fernando Teixeira de Andrade                                                                      

Em versos alheios #18

 

«Os teus velhos alicerces e as tuas estruturas tradicionais têm de ir abaixo para que possam ser construídos outros melhores.

É assim que funciona a mudança.Mas da confusão resulta sempre a clareza. Do caos emerge a ordem. Se não há desconforto, não pode haver crescimento.

 

 

A playlist que acompanhou o meu 2015

Sou uma apaixonada pela música, desde sempre, desde que me conheço.

E se há algo que não pode faltar no meu dia-a-dia é a descoberta de novas melodias e de diferentes sensações.

É isso que a música causa em mim, diferentes sensações e os mais diversos estados de espírito, outras formas de encarar a vida e de contornar obstácuos. A música é uma força capaz de nos impulsionar e de nos fazer agir e é, por isso, que me completa e que contribui, consideravelmente, para a minha felicidade e crescimento pessoal.

Faço, por isso, questão de ter sempre uma banda sonora nos momentos mais marcantes da minha vida, de conhecer novos artistas, novas almas, novos ritmos, novas interpretações de diferentes estilos e com diferentes intensidades.

 

 

Hoje, decidi refletir um pouco sobre o que foi o meu 2015 no que diz respeito à música…

E, apesar de muitos dos sons da minha vida faltarem nesta lista, partilho convosco, estas músicas que foram igualmente importantes ao longo destes 364 dias de histórias e aventuras.

 

Fluorescent Adolescent - Arctic Monkeys

 

 

 

Em versos alheios #17

«E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não metas por uma ao acaso, senta-te e espera.

Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo, e sem deixares que nada te distraia, espera e volta a esperar.

Fica quieta, em silêncio, e ouve o teu coração.

Quando ele te falar, levanta-te, e vai para onde ele te levar»

 

                                                                     Susanna Tamaro

É isto o Natal

Sem palavras para descrever a emoção que é ver aquele sorriso no rosto da pequena Maria Inês!
Sem dúvida o melhor presente que lhe podia ser dado. 

Parabéns, muitos parabéns por isto, David Carreira! 

Porque é isto que faz a diferença e é isto que é, realmente, o Natal!

Muita força!

 

 

Amanhã nascerá uma flor

Hoje choveu todo o dia.

Começou de manhã bem cedo.

Pequenos fios de água mansa batiam contra a janela do meu quarto, quando o relógio despertou e a chuva começou a cair dentro de mim.

Eram aguaceiros fracos, memórias pertinentes que alimentavam a saudade dos dias de inverno vigoroso. As mantas ao xadrez enroscadas nas pernas esguias, estendidas sobre o verde murcho do mesmo sofá, de pele, de sempre.

 

 

Em versos alheios #16

«Se você está a percorrer o caminho dos seus sonhos comprometa-se com ele.

Não deixe a porta de saída aberta, através da desculpa: "Ainda não é bem isto que eu queria". Esta frase guarda dentro dela a semente da derrota. 
Assuma o seu caminho.

 

 

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