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O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

O meu poema

O blog em que o sonho é o principal verso da vida. O ser humano na sua essência. Os sentimentos à flor da pele. O tudo e o nada.

A matemática das sensações

Levanta a indeterminação que é a tua vida!

Não esperes mais tempo.

O tempo tem limites, limites limitados, vidas condicionadas, sorrisos perturbados, lágrimas salgadas.

É uma abcissa positiva que engana o vetor deste sonho maleável.

Não substituas em ti aquilo que não és, há indeterminações determinantes numa vida tão só e tão completa.

Bem sabes, não precisas de fingir a solidão desses olhos revoltados, porque eu estou aqui. Eu estou aqui e sei bem, melhor do que me sei a mim, que estou aí. Aí também...

 

 

O tempo que o tempo tem

Não olhes para trás!

O tempo providencial não complementa os teus passos desordenados e o teu rumo perde-se numa onda vazia, a cada reflexão.

Não olhes! O tempo não pára; nem vai parar com mais um olhar inquisitivo. Não olhes porque o relógio avança desmedidamente contra o tempo que contas, mas não te tem em conta.

O tempo é o que é…

É escasso, é bruto, é ameaçador, é pesado, é incerto… E divide-se segundo ocasiões, escolhendo uma ligeireza diferente para cada uma delas.

O tempo, aquilo que todos pretendem imortalizar, é uma nova espécie em vias de extinção, selvagem e poderosa, contudo, infértil.

Dizem por aí que há tempo para tudo, mas, ironicamente, todos se queixam do tempo que não têm, do tempo que não aproveitam e daquele que é mais difícil de domar.

 

 

«Quero voltar para os braços da minha mãe»

 

A regularidade que não quero perder perde-se na semana que muda tudo. 

Já não sei se sou quem era, se a vida me mudou, se os objetivos mudaram, se rio ou choro.

Já não sei se é a saudade ou a nostalgia ou uma mistura destas duas porcelanas de revenda.

Vivi tudo com pressa e sem pressa, com vontade de continuar e de voltar. Vivi tudo sem saber o lugar certo para o fazer, sem saber como voar com as asas que me emprestaram, até porque, nunca soube voar, nunca quis voar!

E agora é isso que me resta, caminhar pelo meu próprio pé, viver uma vida sem sentido, sem desistir, contudo, de o procurar.

Pode estar mesmo ali, em frente à escuridão que a luz me parece. Pode estar longe, pode estar perto. Pode até não estar.

E se não estiver?

 

Passagem

 

O poema de cada pegada

Trilha sonhos e desventuras

Marca o destino de uma vida na estrada

E há quem não se lembre de nada

E durma sobre realidades inseguras

 

O caminho é demasiado longo e exaspera

Mas ao fundo há uma luz

E quando sinto a primavera

Toda a impossibilidade severa

Se afasta e se reduz

 

E acordo repleta de ideias sobre a berma de um amanhecer 

Quando me levanto e me sacudo

Estou prestes a perecer

 

A neblina atravessa o horizonte

As palavras estendem-se pelo mar

A idealidade projeta-se na minha fronte

E os obstáculos são a ponte

Entre o querer e o alcançar

 

É o medo, o medo do naufrágio

Que cala o certo e o desejado

Talvez seja um presságio

Da doença e do contágio

Que é este universo mal amado 

 

E falam da liberdade

Como palavra essencial para o mundo

Mas nem na minha cidade

Se comete a atrocidade

De ser livre por um segundo

 

 

Um misto de ilusões

        

 

Tudo começou na nostalgia de uma primavera incerta. A paixão a contagiar as cidades desse teu olhar impenetrável, ao sabor de uma brisa amena. A coragem presa aos bancos de jardim, a vontade anunciada nos canteiros de cada relvado.

À volta, um bando de pardais, o odor a papoilas, o tranquilo quotidiano de umas bicicletas vagarosas e pensativas.

Eu estava para lá de tudo, a engolir a realidade através de um beco.

Lá ias tu, na beirinha do passeio, sem olhar para trás. Soube, desde logo, que estavas perdido nesse encanto que são as ondas e o seu delicado ondular.

Lá ias tu, na certeza indubitável desse futuro por escrever.

O espanto aflorava-se.

À volta, gelados e nódoas de um castanho feliz. Sorrisos sem porquês e a despreocupação de um pôr-do-sol.

Paramos os dois. 

 

 

Obrigada sapinho!!

Sem Título.png 

O meu primeiro destaque!

Obrigada por perceberem os meus dilemas políticos.

Fico muito, muito feliz por ver um post meu nos vossos destaques, é uma enorme honra.

Obrigada a toda a equipa pela genorisade e pela prontidão com que resolvem qualquer problema e respondem a qualquer dúvida vinda por parte dos bloggers.

Estou tãaaao feliz!!!!!!

Já posso votar, mas... E agora?!

Desde sempre que considero o ato eleitoral extremamente importante para o desenvolvimento de uma sociedade, pelo que, embora compreenda as razões da abstenção, discordo da mesma. Considero que essa não é melhor forma de nos manifestarmos e de mostrarmos a nossa revolta, até porque, sabemos que alguém, de todas as opções apresentadas, será, efetivamente, o nosso principal representante. E, por isso, devemos eleger a pessoa em quem mais confiamos, a pessoa com melhores perspetivas, a pessoa mais consciente daquilo que é governar e conduzir um país. 

Afinal, somos nós que escolhemos os nossos representantes, aqueles em quem confiamos independentemente de todas as ideologias políticas e de quaisquer cores partidárias.

O voto deve ser um ato informado e não algo leviano, porque eleger um primeiro-ministro e dezenas de deputados não se pode relativizar. Não, não é apenas uma cruz que ali está. É o rumo do nosso país e o nosso futuro que se coloca ali, naquele momento, em causa.

 

É possível que não existam pessoas à altura. É possível que sejam todos iguais e que todos, de uma forma mais habilidosaa do que outros, trabalhem para o seu próprio benefício e não para o benefício de um país inteiro.

 

 

De 12 em 12 horas

 

 

Três horas da manhã e nada.

São voltas e voltas em vão.

Viro-me para um lado, suspiro pelo outro e não há forma de calar o que em mim acorda e não adormece. Bebi toda a água permitida para um momento e deitei-me de novo, na esperança de ter afogado os sobressaltos. Pedi, vezes sem conta, que a manhã chegasse mais cedo do que o costume e bamboleei de novo entre as preces de um adormecimento tardio e gradual. Entre lençóis frios, mortos de saudade.

 

 

Sou, oficialmente, caloira!

 

 

Passaram-se doze anos...

Doze anos repletos de sonhos, objetivos, metas traçadas e muita determinação.

Esperei doze anos (ou talvez mais) pelo resultado deste dia, pelo ritmo frenético destes batimentos vitais.

Hoje, olho para trás...

Percebo o quão fui feliz, o quanto lutei pelo que sou e pelo que tenho. 

Agora, é bom recordar todas as indecisões, todas aquelas vozes e conselhos, todos aqueles que me ensinaram e acrescentaram mais alguma coisa. Se voltasse atrás, seria assim: o mesmo cenário, o mesmo elenco.

O segredo? Está na intensidade com que se vivem as coisas, a determinação com que lutamos por elas. 

Eu estou pronta para (re)começar e ser feliz nesta que é uma nova etapa na minha vida, até porque, eu quero é ser feliz!

 

Bom domingo para todos!!

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